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segunda-feira, 2 de março de 2015

Retiro de Catequistas 2015: «A Alegria do Evangelho». Testemunho de uma catequista

                                                        Olhos d’Água, 28 de Fevereiro de 2015
Marcámos presença cerca de 70 catequistas, mais elas que eles (já se sabe!), de muitas paróquias da diocese. 
Bem organizado, almoço bem servido pelos anfitriões, a paróquia da Quinta do Anjo, no seu espaço comunitário dos Olhos d’Água, cuja igreja, após um incêndio, se apresentou agora toda recuperada e pintadinha de novo. 
O pregador, Pe. Carlos Rosmaninho, escolheu a exortação apostólica “A Alegria do Evangelho”, do nosso Papa Francisco, como tema para o retiro, insistindo nos textos aplicáveis à missão do catequista, aqueles em que imaginamos que é mesmo em nós que o Papa pensou quando os escreveu. 

O que retivemos? 
Um momento de introspecção e análise sobre as queixas, pecados e medos aos diversos níveis: no mundo, na Igreja, na catequese e em cada um de nós; como os combater na nossa relação com o Deus Trinitário. 
A necessidade actual e absoluta do Anúncio da pessoa de Jesus, que nos Ama e Salva (Querigma), em todos os momentos da Catequese. 
A invocação do Espírito Santo para que sempre nos acompanhe nesta missão para que fomos chamados por Ele. 
A adoração do Santíssimo Sacramento, que pontuou todo o retiro. 
A Eucaristia. 
Finalmente, a ressonância da pregação nos tocar dos sinos, que pareciam abrir caminho para o nosso íntimo, fixando nele a memória (também agradecida) desta catequese.

                                                                   Catequista Maria Ana Neves

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

ITINERÁRIO DE ADVENTO PARA CATEQUISTAS: FAZER "MEMÓRIA DO CORAÇÃO"


No âmbito do tempo litúrgico do Advento, dentro da preparação da celebração dos 40 anos da Diocese e com inspiração nos desafios do Papa Francisco expressos na Exortação “A Alegria do Evangelho”, todos os catequistas são convidados a fazer uma “memória deuteronómica” (EG 13) ou se preferirem a expressão, uma “memória do coração”.
Cada semana do Advento o catequista é convidado a recordar de forma pessoal e com sentimentos de gratidão as testemunhas de fé, as vivas e as que já partiram, e que são marcantes no seu caminho. Também, ainda em primeira pessoa, recordar e narrar o seu próprio caminho em Jesus e a sua vocação de catequista. E nada melhor do que fazer por escrito, de forma simples e sintética, seguindo os pontos propostos, numa folha A4. A escrita ajuda a fixar a atenção no essencial e a rezar.
É preciso fazer memória…
«Mas não daquele modo formal e, às vezes, comiserador, que nos faz dizer “quanto era bom!”, uma frase que ouvimos com frequência nos cemitérios. Este tipo de memória é uma simples recordação de formalidade social. Ao invés, pede-nos para que recordemos a partir da fecundidade do que semearam entre nós. Pede-nos para que recordemos com a memória do coração, a memória deuteronómica que constrói sobre a rocha, que plasma vidas e marca corações.
Sim, o nosso coração se edifica sobre a memória daqueles homens e daquelas mulheres que nos aproximaram das fontes de vida e de esperança à qual poderão chegar também os que nos seguirem. É a memória da herança recebida, que por nossa vez, devemos transmitir aos nossos filhos.
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