quarta-feira, 9 de novembro de 2016
terça-feira, 11 de outubro de 2016
Jubileu Mundial dos Catequistas - “Vêem com alegria Senhor”
Foi com alegria e entusiasmo que vivi
o Jubileu do Catequista em Roma, em comunhão com todos os catequistas e o nosso
Padre que nos acompanhou, e onde, uma vez mais, senti uma grande presença de
Deus, Ele caminhou connosco. Foi emocionante ouvir e ver bem pertinho o Papa
Francisco.
Todos os momentos por que
passámos foram muito ricos e espectaculares, desde a recepção calorosa no
Colégio Português onde ficamos alojados, que com grande simpatia e alegria, por
parte das irmãs e todos os que lá se encontravam, nos acolheram.
Durante toda a nossa estadia,
Deus evidenciou-se e enviou-nos sinais da Sua presença, por exemplo, quando nos
colocou no nosso caminho a presença do Pe. José Alfredo (de Lamego) que com a
sua simpatia, alegria e disponibilidade nos acompanhou dando-nos uma grande
lição de história pelas ruas e monumentos de Roma.
Também fomos recebidos com grande
afecto e alegria pelo Monsenhor Agostinho na Igreja de Sto. António (Igreja
Portuguesa), que nos acolheu de braços abertos e nos tratou como “gente
grande”.
Partilhamos um sentimento de
grande acolhimento, alegria e força, sentimo-nos em casa. Foi bom encontrar
todos os participantes da nossa Diocese, e vários portugueses, que se cruzaram connosco,
incluindo participantes de Braga que nos ofereceram uma boleia de autocarro até
à Igreja de S. Paulo fora de Muros.
Mas o auge deste Jubileu deu-se
quando percorri o caminho em peregrinação até à Porta Santa, com o coração a pulsar
e muita emoção fiz a sua entrada. Jesus estava ali bem presente, e isso
notava-se ao olhar para todo o grupo, todos viviam com fé aquele momento
especial.
Outro momento alto, como não
podia deixar de ser, foi a eucaristia com o Papa Francisco que ao dirigir-se
aos catequistas nos diz para: “não nos cansarmos de colocar em 1º lugar o
anúncio principal da fé: O Senhor ressuscitou”, com alegria devemos anunciar
Jesus, que a sua mensagem seja comunicada através do testemunho simples e
verdadeiro, de escuta e acolhimento.
E, realmente, foi com alegria e
sem medo que ouvimos grandes testemunhos de vida de 4 grandes catequistas que,
com grandes dificuldades ao longo dos seus percursos nunca deixaram de sentir e
anunciar Jesus aos outros, sempre disseram sim, tanto nos bons momentos, como
nos mais difíceis.
“O meu nome é catequista”, foi
como se identificou o catequista Francisco Nhassope de Moçambique, que deu o
seu testemunho sobre a sua caminhada de catequista, no meio da guerra com a sua
família.
Outro dos testemunhos que me
marcou foi do Pe. Cyril Axelrod, cego-surdo, cuja sua grande luta era levar a
mensagem de esperança e de amor de Deus a todos os que sofrem. Não foi fácil e
com a sua deficiência e grandes obstáculos tem conseguido levar a Boa Nova, tanto
às pessoas com deficiência como a todas as outras.
Perante as dificuldades Deus
protege, ajuda, ama e faz-nos crescer.
Hoje, também eu, confirmo com
entusiasmo que o meu nome é catequista, com alegria desejo levar para a frente
a minha missão de catequista, aceitando todos os desafios que Deus vai
colocando no meu caminho, rezo para que Ele me guie e ilumine para cumprir
todos os Seu projectos.
A todos os catequistas peço, que
o Dom que Deus nos deu se mantenha no nosso coração cada vez mais forte e, com
alegria transmitamos a Boa Nova aos que nos são confiados. Que, com “orgulho”
possamos sempre dizer: “o meu nome é catequista”.
Catequista
A. Paula Leirôa, Paróquia do Pragal
Jubileu Mundial dos Catequistas - Passagem pela Porta Santa
A proposta foi lançada e nós,
catequistas da Quinta do Conde, aceitámos. Quando foi divulgada a programação
do Jubileu Extraordinário da Misericórdia e ficámos a saber que nele estava
incluído um Jubileu dos Catequistas, rapidamente germinou a ideia de que nós
tínhamos de lá estar. Não só porque era a primeira vez que muitos de nós
visitávamos Roma mas também porque sentimos a necessidade de nos encontrar com
os outros catequistas do mundo inteiro, em comunhão com o Santo Padre que
também iríamos ver pela primeira vez.
Chegámos a Roma na madrugada de
23 de setembro. Entre os vários eventos do Jubileu, tivemos oportunidade de
conhecer os locais mais emblemáticos da cidade de Roma. Ficámos completamente
fascinados com a bela artística e a grandiosidade dos muitos espaços que
visitámos, desde praças, fontes, basílicas e monumentos. Destacamos, como não
podia deixar de ser, a Basílica de S. Pedro, os Museus Vaticanos e a Basílica
de São João de Laterão.
Na Igreja de São Luís dos
Franceses assistimos ao primeiro momento do nosso Jubileu: a catequese,
subordinada ao tema “Contemplar a Misericórdia a partir da Vocação de São
Mateus”, tendo como base de reflexão a obra de Michelangelo Caravaggio e as
palavras sábias do Monsenhor António Ferreira da Costa.
A passagem pela Porta Santa
fez-se em clima de grande oração. Começámos a peregrinação junto ao Castelo de
Sant’Angelo e caminhámos em conjunto com os catequistas do Pragal até à
Basílica de São Pedro. “Precisamos sempre de contemplar a mistério da
misericórdia. É fonte de alegria, serenidade e paz”: foi com estas palavras do
Papa Francisco que entrámos pela Porta Santa, saboreando um pouco da
Misericórdia de Deus e que queremos viver no nosso dia-a-dia, no nosso
relacionamento com os outros.
Para mim, o momento alto do
Jubileu foi a celebração da Eucaristia na Praça de São Pedro. Fui contactado
uma semana antes pela organização do Jubileu para participar na Oração dos
Fiéis. Só no dia do ensaio é que me apercebo que, tendo esta missão na
Eucaristia, assistiria à celebração a escassos metros do Santo Padre.
Considero-me abençoado não só por ter tido esta oportunidade de estar junto do
Papa Francisco mas também por ter representado a Diocese de Setúbal e todos os
catequistas falantes de língua portuguesa.
O Santo Padre agradeceu o nosso
empenho na Igreja. E incentivou-nos a continuar perseverantes na fé e a
testemunhar com a vida o Evangelho. Regressámos a nossas casas, renovados e
revigorados, conscientes da nossa missão e prontos para mais um ano de
catequese.
Catequista João Marques, Paróquia
da Quinta do Conde
Jubileu Mundial dos Catequistas - Encheu-me de Graças
A ida a Roma encheu-me de Graças, passei as 4 portas Santas
e o momento mais marcante foi o encontro com o Santo Padre. Apesar da distância
não me importei porque estava mais perto do que algum dia iria estar...e isso
bastou-me. Serenidade, só queria ali ficar...na Praça de S. Pedro e em todas as
igrejas, só me apetecia ficar...que delicia. Sensação de falta de ar, de peito
a arder...Mais uma caminhada bem sucedida, no caminho certo…
Catequista Ana Moura, Paróquia de Corroios
sexta-feira, 30 de setembro de 2016
Apresentar a Catequese às crianças - Iníco de ano letivo
O Secretariado Diocesano da Catequese tem a alegria de partilhar convosco um subsídio em formato de revisto realizado pelos catequistas da Paróquia do Castelo de Sesimbra com o intuito de apresentar a Catequese Paroquial aos novos meninos. É uma iniciativa criativa que ao chegar ao nosso conhecimento não poderíamos deixar de dar a conhecer.
Respostas ao documento da Conferência Episcopal “Catequese: a alegria do encontro com Jesus Cristo”
Caros Catequistas,
No passado mês de Junho, por vontade expressa do D. José e dos bispos de Portugal, foi-vos lançado o desafio de refletir sobre o documento da Conferência Episcopal “Catequese: a alegria do encontro com Jesus Cristo”. O documento foi nessa altura distribuído gratuitamente por todas as paróquias, consoante as solicitações.
Tendo então o Secretariado Diocesano da Catequese proposto que cada grupo de catequese paroquial fizesse em conjunto um estudo do texto e, face às conclusões a que chegassem, respondessem às perguntas colocadas num formulário próprio online (http://goo.gl/forms/G2DpLTuPE VJAbIT23),
agora venho recordar que o prazo da entrega das referidas respostas
está a terminar. Por essa razão peço a todos os que ainda não
responderam que o façam com a maior
brevidade (em grupo e ou individualmente). Todas as conclusões recolhidas servirão para elaborar um
documento final de síntese para ser entregue à Comissão Episcopal da
Educação e Doutrina da Fé. Temos um prazo para entregar as conclusões
(final de Outubro), por esta razão todos os vossos contributos são
importantes, mas deverão ser entregues atempadamente para serem
considerados.
Para os que estão ainda em processo de resposta, peço que as respostas, além de sintéticas, sejam concretas e objetivas.
Agradeço desde já o vosso empenho e partilha.
Bom início de ano pastoral e que Nosso Senhor vos abençoe na vossa missão.
Um abraço fraterno, ao vosso dispor,
Pe. Rui Gouveia
No passado mês de Junho, por vontade expressa do D. José e dos bispos de Portugal, foi-vos lançado o desafio de refletir sobre o documento da Conferência Episcopal “Catequese: a alegria do encontro com Jesus Cristo”. O documento foi nessa altura distribuído gratuitamente por todas as paróquias, consoante as solicitações.
Tendo então o Secretariado Diocesano da Catequese proposto que cada grupo de catequese paroquial fizesse em conjunto um estudo do texto e, face às conclusões a que chegassem, respondessem às perguntas colocadas num formulário próprio online (http://goo.gl/forms/G2DpLTuPE
Para os que estão ainda em processo de resposta, peço que as respostas, além de sintéticas, sejam concretas e objetivas.
Agradeço desde já o vosso empenho e partilha.
Bom início de ano pastoral e que Nosso Senhor vos abençoe na vossa missão.
Um abraço fraterno, ao vosso dispor,
Pe. Rui Gouveia
quinta-feira, 29 de setembro de 2016
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