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sábado, 3 de novembro de 2012
terça-feira, 23 de outubro de 2012
Apresentação do novo 6º catecismo “Creio em Jesus”
Quanto
ao catecismo, a capa diz (quase) tudo: Jesus está no centro, rodeado de caras
de muitas pessoas diferentes. É, pois, também o centro da nossa vida que Ele
deve ocupar. Fazendo parte do itinerário catequético, o 6º volume de catequese
insere-se na etapa II da fase da infância cujo objetivo é o de alcançar a
primeira síntese de fé cristã. Este catecismo forma, juntamente com o catecismo
do 4º ano (Sagrada Escritura) e com o do 5º ano (história do povo de Deus), um
todo que deve estar na visão geral do catequista que abraça o 6º volume. Deparamo-nos,
pois, com a proposta de um ano dedicado inteiramente a Jesus; no primeiro bloco
“Jesus vem ao nosso encontro”; no segundo bloco, Ele “anuncia e propõe o Reino
dos Céus” e, finalmente, somos convidados a conhecer e a fazer parte da
“comunidade do Reino”. A estrutura de cada catequese segue o esquema habitual
mas, desta vez, com uma notória economia
de palavras e páginas; as 24 catequeses do volume parecem, desta feita, mais
exequíveis e objetivas! O reforço final do encontro foi para os catequistas: a
principal tónica desta missão é ser testemunha de fé junto das crianças, em
nome da comunidade.
Numa
solarenga manhã de sábado, dia 20 de outubro de 2012, decorreu, aos pés do
monumento a Cristo Rei em Almada, a apresentação do novo 6º catecismo. O orador
foi o pe.Rui Gouveia, diretor do secretariado da catequese da infância e da
adolescência da diocese de Setúbal, e quiseram marcar presença cerca de 25
catequistas de várias paróquias. Uns foram por curiosidade – visto não estarem,
presentemente, a fazer catequese com este volume – outros por necessidade, mas
todos com entusiasmo e expectativa. Após a apresentação individual dos
presentes, visualizou-se um breve filme sobre Santa Teresa d’Ávila, cuja
memória a Igreja celebra a 15 de outubro. A opção por este momento insere-se
numa lógica de pedagogia catequética através do conhecimento da vida dos
santos, testemunhas verdadeiras do Reino de Deus. Outros aspetos que também
valem sempre a pena serem retomados dizem respeito ao objetivo primeiro e
último da catequese: pôr os catequizandos não apenas em contacto, mas em
comunhão com Jesus Cristo (B. João Paulo II). E mais, tendo em conta que os
catequistas detêm um papel importante nesta relação, não devem descurar uma
constante disposição exigente e atrativa (Papa Bento XVI).
Janete Silva Moreira
terça-feira, 9 de outubro de 2012
JORNADAS NACIONAIS DE CATEQUISTAS
“DA CATEQUESE FAMILIAR Á CATEQUESE INTERGERACIONAL”
DIAS 5 A 7 DE OUTUBRO DE 2012-10-08
CENTRO PAULO VI , FÁTIMA
Foi com grande alegria que mais
uma vez participamos nestas jornadas.
Desta vez com tempo para antes estarmos junto da
Mãe e de seu Filho, foi um 2 em 1.
Na primeira noite, sexta-feira,
dia 5 de outubro, ouvir de novo falar na catequese familiar foi muito bom. Como
foi belo, que o que no ano passado, nos parecia impossível, para alguns já é
uma realidade. Houve partilha de pais, animadores familiares e catequistas, de
sucessos. Foram os que tiveram a ousadia e a confiança de implementar o
projeto. Sabem o que é a catequese familiar?
No sábado começamos o dia com a
Eucaristia presidida por D. José Policarpo na Basílica da Santíssima Trindade.
Como foi bom ouvir proclamar as leituras escolhidas sobretudo o Evangelho. Foi
sublime ouvir a homilia de D. José Policarpo sobretudo o desafio de
vivenciarmos este Ano da Fé não só com a formação, mas sobretudo e acima de
tudo com a CARIDADE para com o nosso irmão, á semelhança do Samaritano. “É
impossível ter Fé sem amar o próximo”.
A manhã de sábado continuou com
a Isabel Oliveira a falar-nos de novo sobre a “Catequese Intergeracional”, mas
agora sobre como adotar uma metodologia de projeto nas nossas paróquias.
Louvemos o Senhor pela força de comunicação que a Isabel é. Acreditem que
ficaríamos todo o dia a ouvi-la sem nos cansarmos. E como tudo nos parece fácil
quando a ouvimos.
Seguidamente foi-nos apresentada
uma outra forma de trabalharmos com os pais. Lançamento da obra “ESCOLA
PAROQUIAL DE PAIS”, pela Ir. Isolinda Tavares de Almeida, com excelentes
contributos que poderão facilitar o trabalho com os pais dos catequizandos do
1º ao 3º ano.
Uma de nós participou nas
conferências temáticas “Educação Parental: Trabalhar com as Famílias na
Catequese “ que nos consciencializou ainda mais que o trabalhar com os pais não
é uma opção, tem de ser uma realidade. Trabalhar com as famílias não é fácil
mas muito útil. Ao catequista não lhe é pedido que dê catequese às crianças e
adolescentes, é-lhe pedido também, paralelamente, que se organize para incluir
os pais nessa caminhada. A outra participou na Catequese de Adolescentes, que
foi excelente, realçando que: os Adolescentes são muito instáveis, requerem
atenção dos adultos para se sentirem gente; a catequese é um serviço eclesial e
o Catequista tem de ter muita dedicação e muito amor.
Ficou-se com água na boca por
não podermos participar nas outras conferências: O Despertar Religioso e a
Catequese Familiar: orientações para a prática – INICIAR.
No domingo, depois da oração da
manhã tivemos uma mesa redonda sobre “A Catequese Intergeracional - Desafios á
Paróquia”, onde de novo tivemos a Isabel Oliveira a trazer-nos catequistas ao
vivo, com experiências de sucesso, cujo projeto incluía – como sempre deve
incluir – ações concretas de solidariedade, comunitárias, oração, formação, etc.
Estas deverão ser ações constantes e não pontuais. Há que criar laços. Há que
utilizar a pedagogia de Jesus. O projeto deve ter bem presente qual é o
objetivo do mesmo.
Antes da Eucaristia tivemos a 2ª
Conferência com o tema “Fé e Comunicação” por D. Nuno Brás, Bispo Auxiliar de
Lisboa, onde refletiu sobre a Dei Verbum,
números 2 e 5. Antes da Fé vem a Revelação, por isso falou sobre as
características da Revelação e seguidamente o que é a Fé (pela Fé o homem
entrega-se total e sem limites a Deus) e suas características.
A FÉ AMA DE UM MODO DIFERENTE, COM O CORAÇÃO DE
DEUS – CARIDADE.
Foram umas excelentes jornadas.
Agradecemos ao Senhor ter-nos levado a Fátima, o podermos ter estado a rezar junto
da Mãe naquele lugar tão especial. Que o Espírito Santo nos ilumine a todos
para, podermos levar à prática uma eficaz catequese, concretizando o discernimento
do Concílio Vaticano II, dos Papas e dos nossos bispos da Conferência Episcopal
Portuguesa.
Ana Mateus
Conceição Almeida
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